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A NATUREZA E A GLÓRIA DE DEUS – Salmo 19:1-6

A natureza tem gemido em consequência da ação do homem.

Ela é continuamente agredida: pelo desmatamento e as queimadas, pela fumaça e dejetos das fábricas, pelas descargas dos motores, pelo lixo, etc. Ninguém mais desconhece o fato de que o nosso planeta está sendo cruelmente assassinado. Informações e alertas têm sido divulgados frequentemente. Ações de conscientização têm sido levadas a cabo; e esforços têm sido empreendidos em prol da sustentabilidade do planeta.

 O cristão, mais do que qualquer outra pessoa, tem o dever de respeitar e defender a natureza, pois, o seu compromisso é com o Deus Criador.

 O livro de Gênesis começa com este solene relato: No princípio criou Deus o céu e a terra. (Gênesis 1:1). O salmista celebra a criação, dizendo: Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos. (Salmo 19:1).

 A natureza é especial, antes de tudo, pelo fato de ter sido criada pelo poder de Deus, conforme relatam os primeiros capítulos do livro de Gênesis. Ela é uma prova tangível da existência de Deus (Romanos 1:20). Segundo Francis Schaeffer, o valor das coisas criadas “reside no fato de que Deus as fez e, portanto, são dignas de ser tratadas com todo respeito. A natureza não é produto do acaso. Pelo contrário, por si mesma ela revela a existência de uma causa anterior, que é Deus, o Criador”.

 Quando pregava em Atenas, Paulo afirmou aos seus ouvintes que o Deus por ele anunciado era precisamente o autor da criação, sendo ele Senhor do céu e da terra (Atos 17:23,24). Sendo assim, a natureza é uma expressão do poder de Deus; e ela glorifica o Criador. Os Salmos 148 e 150 exemplificam bem isso.

 O ser humano é considerado como que primícias das criaturas de Deus (Tiago 1:18). Porém, o homem não pode, de forma alguma, julgar-se soberano em relação à natureza, sob o pretexto de que Deus lhe deu autoridade para sujeitar a terra e dominar sobre todos os animais. O verdadeiro dono da natureza é o Senhor Deus (Salmo 24:1). Portanto, é preciso entender que Deus estabeleceu o homem na condição de mordomo e zelador da terra (Gênesis 2:15). Sendo assim, o homem tem o dever de administrar racionalmente a natureza, beneficiando-se dela, mas, ao mesmo tempo, preservando-a. O salmista celebra essa relação do homem com a natureza, dizendo: Fazes crescer a relva para os animais, e as plantas para o serviço do homem, de sorte que da terra tire o seu pão, o vinho que alegra o coração do homem, o azeite que lhe dá brilho ao rosto, e o pão que lhe sustém as forças. (Salmo 104:14-15).

 Precisamos mudar nossos hábitos e entender que a solução não está simplesmente em megaprojetos de apoio à natureza, mas, também em ações simples no nosso dia a dia. Economia de água e energia, tratamento adequado do lixo, proteção à fauna e à flora, etc., são ações que estão ao alcance de todos e que fazem toda a diferença. Todos nós somos responsáveis pela preservação da natureza. Ainda que a nossa colaboração pareça pequena e insignificante, com certeza, é válida e necessária, contribuindo para um mundo melhor.

 (extraído da revista DESAFIOS DA ATUALIDADE, Lição 1 – Ed. Didaquê)

 

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